Se você deixou de ir em festas, reuniões, anda faltando no trabalho e evita relacionar-se afetivamente, porque percebeu que tem mau hálito, é hora de procurar um tratamento. Em muitos casos, a solução é simples.
 Hoje, já é possível avaliar a gravidade do problema por meio do um aparelho chamado halímetro. O instrumento permite também acompanhar a evolução do tratamento e diagnosticar pacientes que tem certeza que tem mau hálito, mas não tem.
 Uma das causas mais comuns do mau hálito é a diminuição de saliva (proteção natural da boca), que pode ocorrer devido ao uso de medicamentos (tranqüilizante, antidepressivo, descongestionante, anti-hipertensivo) e algumas doenças como sinusite, rinite ou faringite.
 Inflamação na gengiva também pode causar mau hálito. A origem da inflamação pode estar relacionada com o estresse, tensão nervosa, ansiedade ou depressão.
 Ao acordar é normal ter halitose. Mas após o café e a escovação, o mau hálito irá desaparecer. Caso persista é porque existe algum problema que precisa ser diagnosticado. Pessoas que fazem dieta para emagrecer e passam longos períodos em jejum também pode ter alteração no hálito. 
 No final da manhã e da tarde o mau cheiro da boca torna-se acentuado. Isto ocorre porque o longo período sem ingerir alimentos facilita a proliferação e a atividade de bactérias que vivem na boca.
 Bebidas alcoólicas, fumo e alimentos como alho, cebola, café, chá preto, condimentos, feijão, repolho, frituras e gorduras podem causar uma alteração no aroma bucal. Falta de dente não causa mau hálito, mas dentes cariados ou mal posicionados podem causar odor na boca pela dificuldade na higienização.
 
Fazer uma boa higiene bucal; evitar ficar muitas horas sem comer ou beber; alimentar-se lentamente mastigando bem os alimentos; beber no mínimo 1,5 litros de líquido por dia; não se exceder no fumo e nas bebidas com gás, são algumas das recomendações para prevenir mau hálito.